Quando se tem muitas coisas pra escrever, normalmente se perde o foco e muitos fatos acabam se perdendo no esquecimento. Esse fim de semana estive no EREMATSUL, em Maringá no Paraná. Pra não me perder e tentar escrever decentemente esse post eu resolvi ter uma idéia brilhante!(?!), escrever tudo no meu bloco de notas (reciclado) com minha caneta (reciclável) que veio junto com a pasta (reciclável) do evento, que também deveria ser Reciclado, em minha humilde opinião. Foram quatro dias de convivência, troca de experiências, dúvidas, descobertas, verdades… mentiras, talvez algumas. O fato é que tudo já começou de forma estranha, já pelo não-atraso do nosso ônibus, o que é um milagre certo?!. Todos sabem que nessas viagens de estudo, sempre tem um MALA ou uma MALA que dá jeito de fazer charminho e demorar pra embarcar no ônibus. Dessa vez não, todo mundo pontual, malinha feita (embora algumas enormes) e rumo a Maringá!. A viagem foi bem interessante, regada a muita “água mineral com gás” e o motora mais piazão que já conheci (guri da HYLUX). Resumindo, tivemos muitas risadas e muito divertimento na mesma. Chegando no evento, estávamos atrasados para o credenciamento, mas deu-se um jeito e conseguimos fazê-lo e depois ir pro alojamento. Durmir. Óbvio. Todos cansados, mas dispostos ao estudo (festa). Na quinta a feira a tarde começavam os mini-cursos. Fiquei entusiasmado com meu “A loteria esportiva e a matemática”, muito interessante, só faltou ao palestrante falar de loteria esportiva (!!!). As demais palestras e minicursos também decepcionaram a maioria do pessoal, afinal esperava-se muito mais desse evento. Mas vejamos pelo lado bom, nesse fim de semana demos algumas risadas com o vermelho alcoolizado (mas nem entrou em coma hein), com a nossa FOLCLÓRICA Lôra, que entrou pra história dos eremat”’s e alegrou o alojamento. Sem falar na parceria dos que foram, descobri quem realmente é “parcero”, como se diz na gíria. Agradecimento a todos que foram. Eu poderia ficar aqui escrevendo por mais ou menos mais uma hora pra contar todos os fatos acontecidos, até meu ataque de stress e a briga com a Cledi pela janta (pasmen!), mas aí seria muita covardia com os que estão lendo o post (estão lendo???). A festa de encerramento do evento foi um tanto chata, cansativa, mas no fim das contas valeu a pena. Ficamos 1h e 20min na fila, entramos, vimos o PIOR, repito… PIOR cover do Engenheiros do Hawaii que existe (na verdade só vi eles até hoje), depois de alguns FUNKS pra delírio da mulherada, comandados ao som de MC Créu (pelo amor de Deus…) entrou a banda maringaense M’ary J’anne, muito boa por sinal, que conseguiu agitar o pessoal e nos fazer suar na pista. Terminamos bem! (na medida do possível). Como diz Jorge Ben (aquele abraço…!!!), ou o grande Lupicínio (… há pessoas com nervos de aço, sem sangue nas veias e sem coração…)
HEHE brincadeira
Saímos do calor de Maringá pro frio de Chapecó, e chegamos no domingo a noite aqui. Que porcaria!!!.. ganhei uma baita gripe com isso. No mais basta agradecer ao pessoal que foi e convidá-los a ME convidar pra ir ao Erematsul ano que vem (se eu estiver formado, claro)… pra que as experiências se repitam.
Además, era eso!